Veio-se-me esta à cabeça advinda de um velhinho adágio que diz que andamos 9 meses a tentar sair e uma vida inteira a tentar entrar. Falo-vos pois da patareca, caso não tenham percebido. Mas com um carago, andamos uma vida inteira a tentar entrar numa coisa que, na generalidade, é feia. O que me leva a concluir que o Ser Humano é, de facto, muito esquisito. E começa logo com a diversidade de nomes, porque dizer vagina deve parecer muito mal. Por isso é preferível dizer pachacha, patareca, pipi, senaita, fossa sumideira, parque de diversões, rata e não escrevo cona porque pode parecer má educação da minha parte.
Ao longo da minha vida vi milhares e milhares de patarecas, o que faz de mim um garanhão puro-sangue. E felizmente isso deve-se a ter uma conta no GMail, que tem uma gigantesca capacidade, que me permite receber dezenas de milhares de e-mails com patarecas. Sim, porque ao vivo a coisa pia diferente, qual peidinho de c... Se bem que o som deste último tem a sua dose de piada. E faz cócegas.
Bom, mas voltando à subjectiva beleza (ou não) da patareca, convenhamos, a maioria são feias. Mas vá lá, de vez em quando aparecem aquelas bonitinhas, que até nem dão vontade de estragar, qual peça de museu. Daí que quando essas surgem, me dá vontade de ser ourives e lapidar o diamante. É tudo uma questão psicológica. E de semântica. A semântica nada tem a ver, mas fica bem e dá um ar intelectual ao texto.
Mas muito me pergunto que raio de coisa terá a patareca assim de especial para que haja tanta gente a querer frequentar tão tropical espaço. Só se a fornicação for um acto desesperado de tentativa de homícidio a tão profundo e negro local. Vindo de mim, é normal que goste, pois a partir do momento em que devo ser o único gajo que gosta de ouvir Ban (e não tenho vergonha em afirmá-lo publicamente) é natural que goste de qualquer coisa. Mas anda por aí tanto enojado, que admiração me causa por quererem assumir papel de mineiro.
Imaginemos que se conhece um canhão (de preferência antes de beber muito álcool, porque aí qualquer chaimite parece um canhão), e um gajo fica logo de tenda armada (ou no caso feminino, em que se abre o Aquaparque) e bora lá para o Ibis da A5 ver se têm preços promocionais, pois mais vale sujar as camas deles do que o desgraçado do meu sofá, que apesar de mostrar uma incrível a resistente suspensão, já deve andar farto de cavalgadas (aqui uma nota muito positiva para o Ikea, que poderia explorar o segmento hípico). Partindo do princípio que o Ibis tem quartos disponíveis, é subir para o quarto e os preliminares do costume, vulgarmente designados de felatio (para quem não sabe, é o broche). E eis o momento de mostrar a arte e habilidade no sacanço do soutien (o meu recorde está bem abaixo de 1 segundo com uma mão) e de seguida a cuequinha. E ZAS! Um gajo pensa logo: "Foda-se, que coisa tão feia! A gaja não deve saber que tem um bicho feio entre as pernas, vou já dar cabo dele com o meu taco!" E toma de dar umas valentes vergastadas a ver se mata a coisa.
Mas vá lá, de quando em vez aparece uma daquelas patarecas em que dá mesmo vontade de chamar de pipi. Porque é tão fofinho e bonitinho, que apenas de pipi poderá ser apelidado. Que até vagina parece ofensivo. Daqueles em que até dá vontade de fazer o teste do cheiro (se assim o solicitarem posso explicar como se faz este teste e o intuito do mesmo). E no fim fica o peso na consciência do medo de ter estragado alguma coisa.
Com esta explicação espero que as mulheres deste planeta tenham percebido que a intenção dos homens é sempre a melhor, é eliminar as coisas feias que circulam por entre pares de pernas, sempre na procura do bem estar feminino, nada mais que isso. Fazemo-lo com sacrifício, mas fazemo-lo pela defesa da segurança feminina, sempre a pensar no bem-estar.
Ao longo da minha vida vi milhares e milhares de patarecas, o que faz de mim um garanhão puro-sangue. E felizmente isso deve-se a ter uma conta no GMail, que tem uma gigantesca capacidade, que me permite receber dezenas de milhares de e-mails com patarecas. Sim, porque ao vivo a coisa pia diferente, qual peidinho de c... Se bem que o som deste último tem a sua dose de piada. E faz cócegas.
Bom, mas voltando à subjectiva beleza (ou não) da patareca, convenhamos, a maioria são feias. Mas vá lá, de vez em quando aparecem aquelas bonitinhas, que até nem dão vontade de estragar, qual peça de museu. Daí que quando essas surgem, me dá vontade de ser ourives e lapidar o diamante. É tudo uma questão psicológica. E de semântica. A semântica nada tem a ver, mas fica bem e dá um ar intelectual ao texto.
Mas muito me pergunto que raio de coisa terá a patareca assim de especial para que haja tanta gente a querer frequentar tão tropical espaço. Só se a fornicação for um acto desesperado de tentativa de homícidio a tão profundo e negro local. Vindo de mim, é normal que goste, pois a partir do momento em que devo ser o único gajo que gosta de ouvir Ban (e não tenho vergonha em afirmá-lo publicamente) é natural que goste de qualquer coisa. Mas anda por aí tanto enojado, que admiração me causa por quererem assumir papel de mineiro.
Imaginemos que se conhece um canhão (de preferência antes de beber muito álcool, porque aí qualquer chaimite parece um canhão), e um gajo fica logo de tenda armada (ou no caso feminino, em que se abre o Aquaparque) e bora lá para o Ibis da A5 ver se têm preços promocionais, pois mais vale sujar as camas deles do que o desgraçado do meu sofá, que apesar de mostrar uma incrível a resistente suspensão, já deve andar farto de cavalgadas (aqui uma nota muito positiva para o Ikea, que poderia explorar o segmento hípico). Partindo do princípio que o Ibis tem quartos disponíveis, é subir para o quarto e os preliminares do costume, vulgarmente designados de felatio (para quem não sabe, é o broche). E eis o momento de mostrar a arte e habilidade no sacanço do soutien (o meu recorde está bem abaixo de 1 segundo com uma mão) e de seguida a cuequinha. E ZAS! Um gajo pensa logo: "Foda-se, que coisa tão feia! A gaja não deve saber que tem um bicho feio entre as pernas, vou já dar cabo dele com o meu taco!" E toma de dar umas valentes vergastadas a ver se mata a coisa.
Mas vá lá, de quando em vez aparece uma daquelas patarecas em que dá mesmo vontade de chamar de pipi. Porque é tão fofinho e bonitinho, que apenas de pipi poderá ser apelidado. Que até vagina parece ofensivo. Daqueles em que até dá vontade de fazer o teste do cheiro (se assim o solicitarem posso explicar como se faz este teste e o intuito do mesmo). E no fim fica o peso na consciência do medo de ter estragado alguma coisa.
Com esta explicação espero que as mulheres deste planeta tenham percebido que a intenção dos homens é sempre a melhor, é eliminar as coisas feias que circulam por entre pares de pernas, sempre na procura do bem estar feminino, nada mais que isso. Fazemo-lo com sacrifício, mas fazemo-lo pela defesa da segurança feminina, sempre a pensar no bem-estar.