Sem a mínima pretensão a qualquer definição científica, e numa lógica de senso comum, podemos admitir o acto de cobardia como a falta de tomates de fazer algo, muitas vezes de quem se gaba (ou pelo menos pensa) de ser a perfeição encarnada. Por subtefúrgio, e dentro da mesma lógica, considera-se como utilizar meios ou pessoas terceiras em proveito próprio, a maior parte das vezes para fazer recair nos referidos toda a culpa.
Perante estas definições podemos então concluir que uma e outra são perfeitas aliadas, complementando-se mutuamente. Utiliza-se um subtefúrgio, porque se pretende determinada coisa, mas antes de a conquistar encontra-se uma miríade de motivos pelos quais podemos despejar a culpa em terceiros ou em coisa qualquer, mas de preferência em terceiros para mantermos o nossos status. A cobardia vem ao subtefúrgio agarrada, pois há a coragem de agir mas falta a mesma para dar a cara.
E tudo serve para encontrar a desculpa, sendo qualquer "tudo" suficiente, no crer do "cobarde subtefúrgico", geralmente partindo para um espectáculo de vitimização, destruindo muito e muitos, não olhando a qualquer meio para atingir os seus fins.
Mais a mais, pensamento comum do "cobarde subtefúrgico", é sempre o mesmo, que tudo à volta é parvo. Problema dos problemas, pois as coisas, além de inanimadas, pouco lhes interessa acerca do que lhe fazem, muito menos têm sentimentos. Mas os supostos "errados", dos de carne e osso, de parvo poderão até não ter, e quem vê o espectáculo de fora deixa-se levar, arrastados na sua inocência de quem está de fora e se deixa levar por cantigas.
Responder na mesma moeda poderá, e certamente o será, arma de guerra. Mas isso significaria rebaixar ao mais baixo nível a que pertencem os membros da "cobardia subtefúrgica". Tempo e paciência revelarão as "carecas" e os podres.
Por vezes sinto pena de quem assim age, sinto pena porque no fundo não passam de pessoas infelizes, tanto se deixam embrenhar num triste espectáculo de vítima, vivendo num mundo de mentira, mentindo inclusivamente a si mesmos, achando que ao fazê-lo estarão a enganar os outros. E essa mentira revela um outro mundo sinistro, uma outra vivência, repleta de segredos, que mais afectam quem mais próximo está. Partilhar a vida com alguém e ao mesmo tempo viver uma vida dupla, escondendo dos seus mais próximos a sordidez da sua mentira, é triste e faz triste quem de duplicidade vive, arrastando consigo os seus mais próximos. E dá um tremendo problema de consciência.
Situação piorada quando vivemos tempos modernos, em que a informação está em todo o lado e facilmente se consegue, bastando para tal uma meia dúzia de cliques num computador com ligação ao Universo. Vivemos tempos de intenso voyeurismo, tudo se sabe e tudo se descobre. Mas continuamos a viver rodeados de mentirosos e de cobardes, auto-elevados a deuses de sapiência e de perfeição, que se acham no direito de espezinhar tudo e todos, mas que no fundo têm uma tremenda falta de coragem para dar a cara.
Daí ser necessário fazer uma limpeza pontual, temos de nos limpar desses micróbios que nos infectam a vida.
Perante estas definições podemos então concluir que uma e outra são perfeitas aliadas, complementando-se mutuamente. Utiliza-se um subtefúrgio, porque se pretende determinada coisa, mas antes de a conquistar encontra-se uma miríade de motivos pelos quais podemos despejar a culpa em terceiros ou em coisa qualquer, mas de preferência em terceiros para mantermos o nossos status. A cobardia vem ao subtefúrgio agarrada, pois há a coragem de agir mas falta a mesma para dar a cara.
E tudo serve para encontrar a desculpa, sendo qualquer "tudo" suficiente, no crer do "cobarde subtefúrgico", geralmente partindo para um espectáculo de vitimização, destruindo muito e muitos, não olhando a qualquer meio para atingir os seus fins.
Mais a mais, pensamento comum do "cobarde subtefúrgico", é sempre o mesmo, que tudo à volta é parvo. Problema dos problemas, pois as coisas, além de inanimadas, pouco lhes interessa acerca do que lhe fazem, muito menos têm sentimentos. Mas os supostos "errados", dos de carne e osso, de parvo poderão até não ter, e quem vê o espectáculo de fora deixa-se levar, arrastados na sua inocência de quem está de fora e se deixa levar por cantigas.
Responder na mesma moeda poderá, e certamente o será, arma de guerra. Mas isso significaria rebaixar ao mais baixo nível a que pertencem os membros da "cobardia subtefúrgica". Tempo e paciência revelarão as "carecas" e os podres.
Por vezes sinto pena de quem assim age, sinto pena porque no fundo não passam de pessoas infelizes, tanto se deixam embrenhar num triste espectáculo de vítima, vivendo num mundo de mentira, mentindo inclusivamente a si mesmos, achando que ao fazê-lo estarão a enganar os outros. E essa mentira revela um outro mundo sinistro, uma outra vivência, repleta de segredos, que mais afectam quem mais próximo está. Partilhar a vida com alguém e ao mesmo tempo viver uma vida dupla, escondendo dos seus mais próximos a sordidez da sua mentira, é triste e faz triste quem de duplicidade vive, arrastando consigo os seus mais próximos. E dá um tremendo problema de consciência.
Situação piorada quando vivemos tempos modernos, em que a informação está em todo o lado e facilmente se consegue, bastando para tal uma meia dúzia de cliques num computador com ligação ao Universo. Vivemos tempos de intenso voyeurismo, tudo se sabe e tudo se descobre. Mas continuamos a viver rodeados de mentirosos e de cobardes, auto-elevados a deuses de sapiência e de perfeição, que se acham no direito de espezinhar tudo e todos, mas que no fundo têm uma tremenda falta de coragem para dar a cara.
Daí ser necessário fazer uma limpeza pontual, temos de nos limpar desses micróbios que nos infectam a vida.
Huiii, isso está muito a roçar a filosofia ou será mais a psicologia....quem é que anda aí....
ResponderEliminarNaaa. O que é preciso é ritmo.
ResponderEliminarhttp://www.youtube.com/watch?v=1mu8m8_-tRo&feature=colike